Humanity
Auf wiedersehen
It's time to say goodbye
The party's over
As the laughter dies
An angel cries
E então não é que aquela ali e esta aqui são umas folgadas (acho que devia estar a ler qualquer coisita), sempre na puta da brincadeira (ai, já não me lembro se se pode escrever puta no blogue), que apreciam os prazeres da vida e vivem-nos intensamente, que falam pelos cotovelos (sempre prontas para a tagarelice, portanto) e que, uma vez metidas em confusões,... livram-se delas graças a uma astúcia surpeendente e a um bom humor cativante.
Ora, e por falar em confusão, vou ali e já venho.
que não morreu há dois dias porque, como eu já disse algures, só morrem aqueles que esquecemos, aqueles que nada fizeram para permanecerem na nossa memória. 
Gosto dos violinos. É ao som deles que vos anuncio que amanhã vos contarei uma novidade, já com o sótão arejado.
Agora vou ver uma das minhas séries preferidas.
o de 5ª feira
"- Sabes... quando se está muito triste, muito triste, é bom ver o pôr do Sol..."
O Principezinho, de Saint-Exupéry (E que presente!)
Há dias em que me sinto com uma energia que se transforma em agitação, num querer fazer tudo e nada fazer. Sensação semelhante à pós-copos-de-vinho-tinto: tremuras nas extremidades e um não conseguir estar quieta. Se me conheço, sei que a melhor forma de ultrapassar a crise é esgotar toda a energia, pôr-me a mexer. Fiquei assim depois do jantar. (Calma, não houve vinho tinto; talvez efeito da ansiedade ou da tristeza.)
Dois quilómetros mais tarde estava junto ao mar e contemplava o pôr do sol. (Um dos mais belos dos últimos 27 anos!)
Tive-a assim só para mim beijada pelo azul da água e pelo cinzento do ar. Umas gotinhas atrevidas soltaram-se e, docemente, acariciaram-me a pele suada pelo esforço da caminhada. Aos poucos foram crescendo.
Absorvida no momento, anestesiada pelo cheiro da areia molhada, deixei-me ficar adormecida naquele instante.
Percebi que vou poder lavar o cabelo nos próximos tempos; as rastas resistiram à chuvada. E eu também.
A camisola está vestida; as cores da bandeira pintadas no rosto; o cachecol esticado aguardando o hino (depressa que já tenho os braços a doer); um nervoso miudinho transformado num sorriso; os sofás ocupados; o comando na mão do pai.
Fosse do calor, do branco dos trapinhos ou dos dourados à mistura... a verdade é que hoje me senti assim... perigosa!
Se eu fosse presunçosa... diria que esta coisa dos blogues* funciona mesmo! *vaidades à parte, creio que o blogue não teve nada a ver com isto.
Os meus peixes também estão... eu diria... apeixonados!
Cada vez gosto mais dela assim: livre das pegadas de feriados.