quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Spoooooorting!!!

Quem é que disse que nos iríamos ver verdes para ganhar aos "bifes"?! Ah?!
Ora então vamos lá com tranquilidade e venham as loiras e as morenas para ajudar a acalmar estes nervos.
Isto com benfiquistas a gritarem pelos verdinhos... sim, porque acreditem que, ontem, até eu estava a torcer por aqueles miúdos de roupinha cor-de-rosa! (e pelo FCP e pelo Real Madrid mas não me perguntem porquê)
Isto é mesmo inveja porque, piadas gays à parte, é lindo de se ver.
Já agora, aproveito o espaço: aceita-se uma camisola oficial como prenda de Natal (acho que ficava bem com algumas peças que tenho lá no armário).

A escrita, de novo: um conto erótico?! Eu?!

Aquela conversa que surge ali em baixo é a continuação desta aqui...

Sirena diz:
ah, e por falar nisso...
lembrei-me...
N. diz:
Ora... mas tu nunca me tinhas falado em orgasmos múltiplos.
Sirena diz:
Pois, tens razão... falámos apenas em potencial para.
N. diz:
Devias escrever um conto erótico.
Tens jeito.

Sirena diz:
Ah! Achas então que também poderei ser boa em contos eróticos!
Ah bom!
Mas... quem escreve contos eróticos tem de ser capaz de despertar emoções nos leitores e para isso tem de experimentar tudo de todas as maneiras, tem de viver intensamente tudo, tem de sentir, de ver, de provar, de cheirar...

N. diz:
Experimenta escrever um e colocá-lo num site
Sirena diz:
Já há mt disso por aí;
eu prefiro viver.
N. diz:
ok. Entendi.
Sirena diz:
mas olha... se algum dia pensar nisso...
enviar-te-ei o link.


Com tal dose de erotismo e de sentir, este blogue já parece mais o da São onde eu me afundo de vez em quando.

Tenho escrito pois

a preguiça revela-se apenas no momento de trazer as letrinhas para estas bandas, mas lá que tenho escrito (e inscrito no livro da minha vida), lá isso tenho!

Sirena diz:
por falar em link... voltei ao blogue e já deixei aquilo outra vez
N. diz:
Acabou-se a vontade de escrever?
Sirena diz:
não; isso nunca acontece;
posso é escrever noutros sítios; escrever com os sentimentos é algo que tenho de fazer sempre; preciso disso para viver, como de ar, como de água (sou uma mulher de sentidos).
Por exemplo... gosto de escrever na pele de outras pessoas, de gravar frases incompletas nos corações, mesmo nos mais duros;
às vezes tenho sucessos editoriais...
...outras nem por isso,
mas vai dando para sobreviver da escrita;
e quando atingir o auge, quando finalmente concluir o best seller da minha vida... aí prometo publicação.
Até lá, escrevo apenas.
Sirena diz:
ena! isto dava um texto lá para o blogue!

E depois acontece...

...sentir-me só no meio da multidão!

Foi-se o sossego; voltaram rostos de gente bonita; é cada vez mais difícil estacionar; isto já não parece um lar abandonado; há olhares que se cruzam e sorrisos que se lançam...

Vai-se a ver... então não é que esta me voltou a abraçar?

E de fragmento em fragmento... prometo desenvolvimentos nas próximas horas (ou será dias? ou semanas?), em particular para os mergulhadores mais exigentes que por este mar têm passado e que reclamam... o que é que é mesmo que eles reclamam? Ah bom, que abandone este estado de preguiça!

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Ao teu ouvido...

...o que me apetece gritar ao mundo

Pelo céu as cavalitas,
escondi nos teus caracóis,
a estrela (do mar) mais bonita, que eu já vi

Os teus olhos foram esperança
os meus olhos girassóis
fomos onde a vista alcança da nossa janela

Já deixei de ser criança e tu dormes à lareira
Ainda sinto a minha estrela nos teus caracóis
Ala dos Namorados

Eu que sempre tive cabelo escorrido; eu que sempre sonhei com uma farta cabeleira ondulada...
Fosse por isso ou porque hoje foi dia de nuances e de corte (às pontinhas, por favor) a verdade é que ficaria enroscada a ti todo o fim-de-semana.

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Barcelona

Quando faltam as palavras... escutamos em nós o eco das de outros.

I had this perfect dream
-Un sueno me envolvio

Barcelona - Such a beautiful horizon
Barcelona - Like a jewel in the sun
Por ti sere gaviota de tu bella mar

Let the songs begin
-Dejalo nacer
Let the music play
-Ahhhhhhhh...


E assim fiquei o resto da manhã adormecida num sentir.

Um puto lindo de olhos de mel

Hoje o meu pequeno almoço foi delicioso.
Hoje descobri que ali ao lado, para além do sorriso doce da dona J. e das tentadoras tartes de maçã, há “desayunos exquisitos”!

- Mas tu tens é de treinar o castelhano, não é o catalão.
- Olha a voz (já cá faltava esta)… Cala-te! Vai dar ao mesmo. As Astúrias aproximam-se e eu ainda só sei dizer “hola, ¿que tal?”
- Só???
- Ah, também sei…*
olha, esquece, vou a mais uma aula que se aproxima a hora do “almuerzo”.


* "Ho si cariño, así mi gusta..."
Onde aprendi?! Curiosos. Eu tenho televisão em casa... e ligo-a de vez em quando. Ah, agora o canal... bom, confesso que não me lembro.

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Preguiça?! Eu?!

Juro que isto não é preguiça; digamos que é uma espécie de aquecimento.
A verdade é que ainda ando a decidir se quero mesmo voltar...
Agora que aqui vim... então não é que me apetece!

E por falar em preguiça lembrei-me desta ali ao lado
Isto porque ontem, o N (o JL) fez-me recordar todos os filmes de animação que vi ou revi nos últimos anos.
Sim, eu também gosto.

Sendo isto um regresso e um reencontro com a blogosfera é importante NÃO ESQUECER QUE TENHO MAU FEITIO!

E então não é que aquela ali e esta aqui são umas folgadas (acho que devia estar a ler qualquer coisita), sempre na puta da brincadeira (ai, já não me lembro se se pode escrever puta no blogue), que apreciam os prazeres da vida e vivem-nos intensamente, que falam pelos cotovelos (sempre prontas para a tagarelice, portanto) e que, uma vez metidas em confusões,... livram-se delas graças a uma astúcia surpeendente e a um bom humor cativante.
Ora, e por falar em confusão, vou ali e já venho.

sábado, 1 de setembro de 2007

C'est en septembre

(justificando o mês do retorno)
Ó pá, deixa-te de justificações que a blogosfera é assim mesmo: apetece-te, estás; não te apetece, vais dar uma volta e depois voltas.
Em Setembro, apodera-se de mim aquela nostalgia dos dias que teimam em ficar mais pequenos.Há despedidas, há reencontros.
Tive-te num breve Agosto e desapareceste qual aventura de Verão.
Sobrevivi com o poder das letrinhas que me alimentam.
Estas que agora regressam povoaram páginas em branco, guardanapos de papel do café do M., blogues dos outros, cantos de jornais e outros cantos noutros cantos.
Sirena, mulher-peixe que se achava desencantada, deixou-se encantar e voltou como gaivota que chega depois da procela.
Criou novo canto: Canto do Mar.
Um lugar no mar? Um som do mar?
Eu, Sirena, canto do mar.
Deixem-se encantar
(justificação inacabada... mais logo termino isto que agora não me apetece)

Morri Fada, Nasci Sereia

Um dia já fui Fada, por acaso.
Andei por aí, gaivota de rumo incerto.
Morri "por ser preciso", não "por chegar ao fim".
Eis-me aqui de novo, devorada "pelos sentidos",
desejando "rasgar-me do mais fundo que há em mim".
Eis-me aqui de novo, emaranhada neste mundo.
Hoje nasci Sereia.
E eis-me em palavras "por outras palavras"... mas não prometo nada.

"Ninguém disse que os dias eram nossos
Ninguém prometeu nada
Fui eu que julguei que podia arrancar sempre
mais uma madrugada
E deixar-me devorar pelos sentidos
E rasgar-me do mais fundo que há em mim
Emaranhar-me no mundo e morrer por ser preciso
Nunca por chegar ao fim"
Mafalda Veiga

terça-feira, 1 de agosto de 2006

POST MORTEM

pela varinha da Fada do Mar há respostas ali em baixo para os mais curiosos sobre a vida no além blogosfera

segunda-feira, 31 de julho de 2006

As fadas também morrem

E esta Fada do Mar morreu.

Um obrigada a todos os que por aqui passaram e comentaram.
Até sempre!

sexta-feira, 21 de julho de 2006

E eu a 300-e-tal-kms!...

Estou a ficar cá com um formigueiro...
Tantos lá pelas docas e eu aqui tão longe!
Olhem que me dá uma coisa e pego na varinha, que é como quem diz meto-me no carro, e lá vou eu! Ai vou, vou!
Não querem vir? Vou sozinha!

quinta-feira, 20 de julho de 2006

A chegada do Orlando

Ei, meninas, mais moças ou menos moças, o Orlando chega hoje!
Que ansiedade!

(momento de pura histeria; isto deve ser da hora)

quarta-feira, 19 de julho de 2006

Da solidão

A maior solidão é a do ser que não ama. A maior solidão é a dor do ser que se ausenta, que se defende, que se fecha, que se recusa a participar da vida humana.
A maior solidão é a do homem encerrado em si mesmo, no absoluto de si mesmo, o que não dá a quem pede o que ele pode dar de amor, de amizade, de socorro.
O maior solitário é o que tem medo de amar, o que tem medo de ferir e de ferir-se, o ser casto da mulher, do amigo, do povo, do mundo. Esse queima como uma lâmpada triste, cujo reflexo entristece também tudo em torno. Ele é a angústia do mundo que o reflete. Ele é o que se recusa às verdadeiras fontes de emoção, as que são o patrimônio de todos, e, encerrado em seu duro privilégio, semeia pedras do alto de sua fria e desolada torre.
Para Viver um Grande Amor, de Vinicius de Moraes

Mas...
Eu amo e quero amar mais e mais!
Quero dar amor, amizade, socorro... e, sem medos, deixar de estar só. (Nem que tenha de correr com esta estúpida solidão à marrada.)

terça-feira, 18 de julho de 2006

A solidão

Se agora tivesse de escrever algo seria sobre esta merda desta solidão que sinto, no meio das gentes e perdida no vazio deste quarto em que me afundo.
E não é que acabei de rejeitar um convite para voar. E era a voz da águia que eu ouvia... Melhor assim. Estou aparvalhada de todo. Efeito da trovoada, certamente.
E acontece-me ficar assim também a própósito do que vou lendo...
E acontece-me deixar letrinhas por aí...
Magoei-me na minha própria varinha!
Lembrei-me da corda bamba em que danço, dos cadáveres deixados para trás na ânsia do esquecimento, do ficar ou não no mesmo lugar, do que é razoável na mutação do tempo, da procela durante a navegação onde às vezes a esperança também se põe.
Ai!
Vou ver aquela série de que já vos falei, antes que saia mais disparate.

O mar aqui, a terra ali

(ou a terra aqui e o mar ali)

Pharos of Alexandria

Quem me conhece sabe desta minha paixão. Em tempos, percorri a costa portuguesa para apreciar de perto cada uma dessas pequenas maravilhas nacionais (que aquela ali é umas das sete do mundo antigo). Os faróis. Visitei alguns, percebi o funcionamento de poucos, fotografei todos.
Deixei-me envolver de tal forma pela mística do luzeiro que, em noites de trovoada, sonho com barcos à deriva em busca dessa luz que vem de terra e ilumina o mar, imagino um faroleiro e ouço-lhe as histórias aninhada em seu regaço.
Tremo em dias de procela ao sentir a força das ondas e os pedidos de socorro dos naufragos.
É de solidão que eu vivo; é do grito das gaivotas que eu, que também sou um pouco gaivota, me alimento. Eis-me só, rodopiando na claridade.

Hoje, orientada pela amiga T., cheguei a mais um porto de abrigo.
Se aqui se ouve o mar, "ali há terra..."

O espectáculo regressou

infelizmente

sábado, 15 de julho de 2006

O Noddy é gay!

- Ó madinha, o que faz a trovoada?
- Sabes, quando as nuvens ficam muito gordas, muito cheias de gotinhas de água, elas batem umas nas outras e por isso é que tu ouves aquele barulho. Não te assustes, a madrinha está aqui contigo (cheia de medo mas está).
- Olha madinha, estão a tirar togafias!

Esta maré de porquês (juntamente com os relâmpagos) deixa-me aterrorizada!
E se a piquena dispara um
- Ó madinha, o que é gay?


sexta-feira, 14 de julho de 2006

Com a piquena por perto...

...hoje foi dia de Ruca, de Noddy e de Floribella!